No passado sábado realizou-se um jantar dos elementos da turma de 1997 do curso de Administração e Gestão de Empresas da UCP Porto, ou seja, o pessoal do meu ano!
Muitos de nós já não se viam há 6 ou 7 anos, altura em que terminaram o curso e seguiram a sua vida profissional. Tirando uns quilos a mais, uns cabelos a menos, casamentos, filhos e outros "pormenores" estavam todos na mesma, com a mesma boa disposição de quando nos conhecemos há 11 anos atrás.
É engraçado perceber que quando andamos na faculdade pensamos que ter que ir às aulas e fazer os exames é uma chatice e queremos é acabar o curso rapidamente, para depois chegarmos "cá fora" e olhar com uma certa nostalgia para os melhores tempos da nossa vida, porque agora é que temos as verdadeiras responsabilidades e margem de erro mínima.
Nos tempos da faculdade vivemos aventuras e momentos de companheirismo que ainda hoje se traduzem em divertidas histórias e recordações de situações caricatas que ultrapassamos sempre com distinção. Ficam as recordações mas mais importante ainda ficam os ensinamentos, as "cabeçadas", as "primeiras vezes", enfim, todos aqueles momentos que nos ajudaram a crescer e sermos o que hoje nos orgulhamos de ser.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
O Dinheiro
A Ganância, a Luxuria e a Inveja são alguns dos pecados mortais da Humanidade. Em todos eles há um factor em comum, o dinheiro. A invenção da moeda tal como a conhecemos foi de enorme importância na padronização das trocas comerciais na antiguidade e, até aos dias de hoje, banalizou-se entre os seres humanos como a principal forma de acumular riqueza. Mas qual o valor acrescentado que essa riqueza traz para cada um de nós? Será o dinheiro fonte de felicidade?
Julgo que a resposta a esta questão será diferente de pessoa para pessoa, tudo dependerá da definição de felicidade que cada um possui, mas quase todos dirão que o dinheiro ajuda a ser feliz. Uns trocam o dinheiro por viagens, outros por património, outros por cultura, e outros acumulam para as gerações futuras. Há ainda aqueles que fazem um pouco de tudo isto, ou seja, cada qual faz o que bem entende com o dinheiro que vai acumulando ao longo da vida. Mas eu arrisco-me a questionar de novo: será que são felizes?
Eu considero que há uma fronteira a partir da qual o dinheiro deixa de trazer felicidade e começa a ser uma fonte de problemas e preocupações. Essa fronteira é ultrapassada quando passamos a ser reféns do dinheiro. Nunca como hoje assistimos a tantos casos de cidadãos reféns do dinheiro, pessoas que chegam ao final do mês com os euros todos contadinhos porque, pelo caminho, aderiram à compra de um LCD em 10 prestações (sem juros!!!), de uma escapadela até às Caraíbas a pagar apenas em 6 prestações ou mesmo à compra daquela viatura que começou a utilizar em 2008 mas a pagar apenas em 2009... ups, 2009 já chegou!
Já o Dalai Lama, a propósito da questão "O que o surpreende mais na Humanidade?", afirmou: "O Ser Humano. Porque perde a sua saúde para ganhar dinheiro, e depois perde dinheiro para recuperar a saúde. E enquanto pensa ansiosamente no futuro, esquece-se do presente de tal forma que não vive nem o presente nem o futuro. E vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido."
Julgo que a resposta a esta questão será diferente de pessoa para pessoa, tudo dependerá da definição de felicidade que cada um possui, mas quase todos dirão que o dinheiro ajuda a ser feliz. Uns trocam o dinheiro por viagens, outros por património, outros por cultura, e outros acumulam para as gerações futuras. Há ainda aqueles que fazem um pouco de tudo isto, ou seja, cada qual faz o que bem entende com o dinheiro que vai acumulando ao longo da vida. Mas eu arrisco-me a questionar de novo: será que são felizes?
Eu considero que há uma fronteira a partir da qual o dinheiro deixa de trazer felicidade e começa a ser uma fonte de problemas e preocupações. Essa fronteira é ultrapassada quando passamos a ser reféns do dinheiro. Nunca como hoje assistimos a tantos casos de cidadãos reféns do dinheiro, pessoas que chegam ao final do mês com os euros todos contadinhos porque, pelo caminho, aderiram à compra de um LCD em 10 prestações (sem juros!!!), de uma escapadela até às Caraíbas a pagar apenas em 6 prestações ou mesmo à compra daquela viatura que começou a utilizar em 2008 mas a pagar apenas em 2009... ups, 2009 já chegou!
Já o Dalai Lama, a propósito da questão "O que o surpreende mais na Humanidade?", afirmou: "O Ser Humano. Porque perde a sua saúde para ganhar dinheiro, e depois perde dinheiro para recuperar a saúde. E enquanto pensa ansiosamente no futuro, esquece-se do presente de tal forma que não vive nem o presente nem o futuro. E vive como se nunca fosse morrer e morre como se nunca tivesse vivido."
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Subir a Escarpa
O que somos hoje é resultado de uma série de vivências pelas quais passamos diariamente desde o momento em que nascemos. Muitas banalidades, aventuras q.b. e alguns momentos menos bons permitiram que, no dia de hoje, eu me possa orgulhar de possuir uma identidade distinta dos milhares de milhões de habitantes do nosso planeta.
Durante algumas horas questionei-me acerca do tema a dar a este blog; pensei em criar um blog profissional, ligado ao investimento imobiliário global, a minha área de actividade, ou então um blog de lazer, falando no paraíso que é Portugal. Mas nenhuma dessas áreas saiu vencedora, neste espaço irei falar sobre pequenas vivências que tornam completamente actual o dito “o caminho faz-se caminhando”.
Neste blog, para além de dar a conhecer um pouco essas vivências irei também, sempre que julgar oportuno, emitir a minha opinião acerca dos mais variados temas que me pareçam relevantes ou sobre qualquer banalidade digna de reporte.
Sinta-se livre para comentar qualquer artigo deste blog, pretende ser um espaço de opinião e, principalmente, partilha daquelas pequenas vivências que dão razão à citação: “Todo mundo quer viver em cima da montanha sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa” (Gabriel Garcia Marques)
Durante algumas horas questionei-me acerca do tema a dar a este blog; pensei em criar um blog profissional, ligado ao investimento imobiliário global, a minha área de actividade, ou então um blog de lazer, falando no paraíso que é Portugal. Mas nenhuma dessas áreas saiu vencedora, neste espaço irei falar sobre pequenas vivências que tornam completamente actual o dito “o caminho faz-se caminhando”.
Neste blog, para além de dar a conhecer um pouco essas vivências irei também, sempre que julgar oportuno, emitir a minha opinião acerca dos mais variados temas que me pareçam relevantes ou sobre qualquer banalidade digna de reporte.
Sinta-se livre para comentar qualquer artigo deste blog, pretende ser um espaço de opinião e, principalmente, partilha daquelas pequenas vivências que dão razão à citação: “Todo mundo quer viver em cima da montanha sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa” (Gabriel Garcia Marques)
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